terça-feira, 11 de fevereiro de 2014


A amizade


 A amizade consegue ser tão complexa...

 Deixa uns desanimados, outros bem felizes...

 É a alimentação dos fracos
 É o reino dos fortes

 Faz-nos cometer erros
 Os fracos deixam se ir abaixo 
 Os fortes erguem sempre a cabeça
 os assim assim assumem-os
 Sem pensar conquistamos 
 O mundo geral e construímos o nosso pequeno lugar
 deixando brilhar cada estrelinha

 Estrelinhas..

 Doces, sensíveis, frias, ternurentas...
 Mas sempre presentes em qualquer parte
 Os donos da Amizade...

 Pode ser que um dia deixemos de nos falar... 

 Mas, enquanto houver amizade,
 Faremos as pazes de novo.

 Pode ser que um dia o tempo passe...
 Mas, se a amizade permanecer, 
 Um de outro se há-de lembrar.

 Pode ser que um dia nos afastemos...
 Mas, se formos amigos de verdade, 
 A amizade nos reaproximará. 

 Pode ser que um dia não mais existamos... 

 Mas, se ainda sobrar amizade, 
 Nasceremos de novo, um para o outro. 

 Pode ser que um dia tudo acabe..
 Mas, com a amizade construiremos tudo
 novamente,
 Cada vez de forma diferente. 
 Sendo único e inesquecível cada momento 
 Que juntos viveremos e nos lembraremos para
 sempre.
 Há duas formas para viver a sua vida:
 Uma é acreditar que não existe milagre
 A outra é acreditar que todas as coisas são um
 milagre.








vejao que vidio lindo.... uma linda historia de amizade..


https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=tAor3YrIATc


Uma historia de amor e superação 



Só mesmo um amor puro e verdadeiro é capaz de explicar a força, a superação e a alegria de Felipe Mishima Faleiros, de 14 anos. Durante o parto, a falta de oxigênio causou uma paralisia motora. No entanto, percepção, memória e raciocínio não foram afetados. "Ele não consegue andar, mas vai à escola, lê, faz contas, entende tudo normalmente. Está na oitava série, igual a qualquer criança na idade dele", afirma Flávia Cristiane Mishima Faleiros, de 37 anos, mãe de Felipe.
 
Apaixonado por futebol e atleticano doente, Felipe sentia falta de jogarbola com os amigos. O que parecia algo impossível se transformou em realidade depois de um sonho do pai. Afinal, para o amor não existe barreiras. Alexandro Faleiros, de 37 anos, mandou fazer uma bota especial, para que ele e o filho virassem um só jogador.

O advogado explica que tudo começou porque Felipe quis. "Eu amarravafaixas para unir as nossas pernas e podermos jogar futebol, mas não dava muito certo. Deus me deu a bota de presente". Alexandro conta que brincou três vezes com a bota e que Felipe não quis mais usá-la. "Ele sempre faz o que quer. Procuramos trata-lo como uma criança normal, todos os pais deveriam fazer isso. Damos dura, castigo e ele tem que cumprir todos os seus deveres".

Alexandro jogou futebol amador por 10 anos, e o filho o acompanhava em todos os campos de várzea. Quando Felipe mudou de escola, ele quis participar das aulas de futsal e disse ao pai que era necessário pagar R$ 50. Alexandro disse que pagaria o valor. "Naquele momento, percebi que ele queria apenas ver as aulas e, como estava pagando, ninguém teria o direito de perguntar o que ele estava fazendo ali".

Foi então que Alexandro lembrou ao filho da bota. "A resposta dele foi imediata, com o brilho nos olhos: eu topo o desafio". Esse foi o pontapé para as aulas de futsal que acontecem toda segunda e quarta, desde 2010. O pai sai correndo do escritório e vai jogar bola com o filho. 

Para dar conta do recado, ele conta com a ajuda da filha Clara. Com apenas 10 anos, Clarinha é a guardiã do irmão. Adora andar com ele e, também, levá-lo aos lugares que gosta. "Jogo futebol, nado e vou ao parque. Fazemos tudo juntos. Ele é um presente de Deus para mim.", afirma, abraçando o irmão. Os pais ficam encantados com a união entre eles. "É um companheirismo inacreditável".

Outra aliada de Alexandro e Flávia nessa luta é Marinete Santos, de 36 anos. No dia a dia, ela é as pernas e os braços de Felipe. Ela cuida dele há nove anos, leva para a escola, fisioterapia e todos os demais compromissos. A relação entre eles é de muito carinho, e Marinete o tem como um filho. "Tudo que eu falo para minha filha de 15 anos, eu falo para ele. E fico muito feliz por eles serem amigos." Marinete admira o carinho de Alexandro pelo filho. "É algo incrível. E só mesmo o amor explica isso, um amor 100% verdadeiro".

Dona Hortênica Faleiros, de 59 anos, sempre que pode, faz questão de acompanhar os jogos do neto. "É inexplicável a emoção de ver a superação dos dois". A mãe de Alexandro conta que, desde o nascimento de Felipe, o filho nunca aceitou um não. "Ele sempre bateu de frente, sempre lutou e acredita em dias melhores. É uma luta dele, que sonha e realiza."

O futebol é a grande alegria na vida de Felipe, e ele deve cada sorriso ao esforço do pai. Juntos, já viveram momentos emocionantes, como o dia em que foram a um jogo do Atlético e ouviram o Independência em peso gritar o nome de Felipe. "O Galo dá voz ao Felipe e, na medida do possível, o ajuda muito. Eles abraçaram a causa". Jogar bola com os ídolos também ficará para sempre na memória desse pequeno herói.

O jeito de se expressar, de encarar as dificuldades, vivenciando cada momento com garra e disposição, sempre feliz e de bem com a vida alimenta a esperança dos pais do garoto. "É indescritível a sensação de que meu filho está andando. Eu sinto o movimento dele e o acompanho". 

O maior sonho de Alexandro e Flávia é ver o filho andar e ter um pouco de independência. "Eu só ajudo. Sei da minha importância, eu luto, eu brigo pelos direitos dele. Acredito que um dia ele vai andar, e que outras crianças também podem chegar a esse ponto", afirma o pai. A voz que faltava era a do Felipe, e ele tem muita força
, é inteligente e tem uma luz própria, capaz de iluminar todo o mundo. Cada drible, cada toque na bola é uma vitória.

A lenda da gangue do palhaço

Essa lenda urbana teve bastante repercussão esse caso sobrenatural não pode ser explicado Em meados de 1990 uma estória assombrou a grande São Paulo. Por ocasião do lançamento de uma série especial no jornal NP chamada "os Crimes que abalaram o Mundo". Foi apresentado o caso de um Palhaço norte americano que na década de 60 assassinava crianças. Alguém inspirado na reportagem começou a difundir a história de que um palhaço na cidade de Osasco estaria roubando crianças para vender seus órgãos, moda na época, aos poucos a estória chegou em toda grande São Paulo, e ganhava tons cada vez mais verídicos, agora o palhaço atacava em todo a região, tinha dois ajudantes, uma Kombi azul, e só atacava em escolas publicas. A história chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no "AQUI AGORA", e realmente o boato foi tão forte que o NP chegou a dar algumas capas para a "gangue do Palhaço", uma escola (nome desconhecido), em Mauá chegou a ser "atacada" pelo Palhaço, todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima ninguem viu com certeza nada sobrenatural.

Dança após a morte

Essa lenda urbana sobrenatural conta a história de 3 irmãs que tinham o mesmo sonho, o de ir em uma boate que ficava em San Francisco. Mas o pai das meninas proibia e dizia que se algum dia fossem naquela boate seria quando estivessem mortas. Em um dia muito chuvoso o pai das meninas foi até o seu quarto e encontrou as 3 mortas em cima da cama. Então, durante horas ele ficou pensando nelas... E se lembrou do grande sonho das 3 e resoleu ir até lá para ver o que tinha naquela boate que as impressionava tanto. Quando chegou na boate, a surpresa algo sobrenatural... Ele viu as 3 dançando loucamente

A lenda da loira da estrada

Essa lenda urbana é bastante contada em acampamentos que gostam do sobrenatural numa noite chuvosa uma mulher solteira e muito bela corria desesperada pela chuva com seu filho de colo que ardia de febre para leva-o ao hospital da cidade mais próxima que ficava á 30 km de distância, na estrada ela acenava para os caminhoneiros pararem para socorrer seu filho más ninguém a atendia e a criança ficava cada vez pior, embora ela fosse conhecida por todos os caminhoneiros da região por sua tão grande formosura, a chuva ficou mais intensa de modo que não se via mais nada foi então que acidentalmente um caminhão sem ver atropelou os 2, depois disso conta que a bela loira pede carona nas estradas e durante a viagem ela seduz o caminhoneiro e antes de mata-lo se pode ouvir o choro da criança e os gritos de agonia da mão na chuva sobrenatural não acha?

Uma História de Amor Verdadeira......

Eu retornava pra casa, em um dia muito frio quando tropecei em uma carteira.
Procurei por algum meio de identificar o dono.
Mas a carteira só continha três dólares e uma carta amassada,
que parecia ter ficado ali por muitos anos.
No envelope, muito sujo, a única coisa legível era o endereço do remetente.
Comecei a ler a carta tentando achar alguma dica.
Então eu vi o cabeçalho.
A carta tinha sido escrita quase sessenta anos atrás.
Tinha sido escrita com uma bonita letra feminina em azul claro sobre um papel
de carta com uma flor ao canto esquerdo.
A carta dizia que sua mãe a havia proibido de se encontrar com Michael mas
ela escrevia a carta para dizer que sempre o amaria.
Assinado Hannah.
Era uma carta bonita, mas não havia nenhum modo, com exceção do nome
Michael, de identificar o dono.
Entrei em contato com a cia. telefônica, expliquei o problema ao operador e
lhe pedi o número do telefone no endereço que havia no envelope.
O operador disse que havia um telefone mas não poderia me dar o número.
Por sua própria sugestão, entrou em contato com o número,
explicou a situação e fez uma conexão daquele telefone comigo.
Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia alguém chamada Hannah.
Ela ofegou e respondeu:
- "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha uma filha chamada Hannah.
Mas isto foi há 30 anos!"
- "E você saberia onde aquela família pode ser localizada agora?"
Eu perguntei.
- "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua mãe em um asilo
alguns anos atrás", disse a mulher.
"Talvez se você entrar em contato eles possam informar".
Ela me deu o nome do asilo e eu liguei.
Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido alguns anos atrás mas eles
tinham um número de telefone onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo.
Eu lhes agradeci e telefonei.
A mulher que respondeu explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo.
A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo.
Pra que estava fazendo aquele movimento todo só para achar o dono de uma
carteira que tinha apenas três dólares e uma carta com quase 60 anos?
Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que Hannah estava
vivendo e o homem que atendeu me falou,
- " Sim, a Hannah está morando conosco."
Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia ir para vê-la.
- "Bem", ele disse hesitante,
"se você quiser se arriscar, ela poderá estar na sala assistindo a televisão".
Eu agradeci e corri para o asilo.
A enfermeira noturna e um guarda me cumprimentaram à porta.
Fomos até o terceiro andar.
Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah.
Era uma doçura, cabelo prateado com um sorrisso calmo e um brilho no olhar.
Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta.
Assim que viu o papel de carta com aquela pequena flor à esquerda,
ela respirou fundo e disse,
- "Esta carta foi o último contato que tive com Michael".
Ela pausou um momento em pensamento e então disse suavemente,
- "Eu o amei muito. Mas na ocasião eu tinha só 16 anos e minha mãe achava
que eu era muito jovem.
Oh, ele era tão bonito.
Ele se parecia com Sean Connery, o ator".
- "Sim," ela continuou.
"Michael Goldstein era uma pessoa maravilhosa.
Se você o achar, lhe fale que eu penso freqüentemente nele.
E", ela hesitou por um momento, e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu
ainda o amo.
Você sabe", ela disse sorrindo com lágrimas que começaram a rolar
em seus olhos,
"eu nunca me casei.
Eu jamais encontrei alguém que correspondesse ao Michael..."
Eu agradeci a Hannah e disse adeus.
Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou,
- "A velha senhora pode lhe ajudar?"
- "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome.
Mas eu acho que vou deixar isto para depois.
Eu passei quase o dia inteiro tentando achar o dono desta carteira".
Quando o guarda viu a carteira, ele disse,
- "Ei, espere um minuto!
Isto é a carteira do Sr. Goldstein.
Eu a reconheceria em qualquer lugar.
Ele está sempre perdendo a carteira.
Eu devo tê-la achado pelos corredores ao menos três vezes".
- "Quem é Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão começando a tremer.
- "Ele é um dos idosos do 8º andar.
Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida.
Ele deve ter perdido em um de seus passeios".
Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira.
Lhe falei sobre o que o guarda tinha dito.
Nós voltamos para o elevador e subimos.
No oitavo andar, a enfermeira disse,
- "Acho que ele ainda está acordado.
Ele gosta de ler à noite.
Ele é um homem bem velho."
Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia um homem lendo um livro.
A enfermeira foi até ele e perguntou se ele tinha perdido a carteira.
Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso de trás e disse,
- "Oh, está perdida!"
- "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós queremos saber se é sua?"
Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein, ele sorriu com alívio e disse,
- "Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde. Eu quero lhe dar uma recompensa".
- "Não, obrigado", eu disse.
"Mas eu tenho que lhe contar algo.
Eu li a carta na esperança de descobrir o dono da carteira".
O sorriso em seu rosto desapareceu de repente.
- "Você leu a carta?"
"Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".
Ele ficou pálido de repente.
- "Hannah? Você sabe onde ela está? Como ela está?
É ainda tão bonita quanto era? Por favor, por favor me fale", ele implorou.
- "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando você a conheceu".
Eu disse suavemente.
O homem sorriu e perguntou,
- "Você pode me falar onde ela está? Quero chamá-la amanhã ".
Ele agarrou minha mão e disse,
"Eu estava tão apaixonado por aquela menina que quando aquela carta chegou,
minha vida literalmente terminou.
Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."
- "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo".
Fomos de elevador até o terceiro andar.
Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava assistindo televisão.
A enfermeira caminhou até ela, "Hannah,
" ela disse suavemente, enquanto apontava para Michael que estava esperando
comigo na entrada. "Você conhece este homem?"
Ela ajeitou os óculos, olhou um momento, mas não disse uma palavra.
Michael disse suavemente, quase em um sussurro, - "Hannah, é o Michael. Lembra-se de mim?"
- "Michael! Eu não acredito nisto! Michael! É você! Meu Michael!"
Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram.
A enfermeira e eu partimos com lágrimas rolando em nossas faces.
- "Veja", eu disse. "Veja como o bom Deus trabalha! Se tem que ser, será!".
Aproximadamente três semanas depois eu recebi uma chamada do asilo em meu escritório.
-"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento?
O Michael e Hannah vão se amarrar"!
Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo devidamente
vestidos para a celebração.
Hannah usou um vestido bege claro e bonito.
Michael usou um terno azul escuro.
O hospital lhes deu o próprio quarto e se você sempre quis ver uma
noiva com 76 anos e um noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes,
você tinha que ver este par.
Um final perfeito para um caso de amor que tinha durado quase 60 anos...